No início deste capítulo o autor distingue-nos 2 grupos de indivíduos Os ciberutópicos que são indivíduos que dão graças à chegada das tecnologias e depois existem os cibercríticos que acham que existem imensos perigos na utilização de tecnologias. Mas o que o autor defende e que o realmente interessa é o processo de aprendizagem, e que os meninos desta nova geração aprendam e utilizem novas formas de pensar e que lhes permitam realizar grandes projectos que não prejudiquem nada nem ninguém.
A ideia que eu acho que é necessário realçar é que existem mudanças que podem suceder do modo como as pessoas aprendem com o uso de tecnologias (computador), inclui mudanças a nível de relações humanas, mais ligadas a aprendizagens, relações intra familiares entre pais e filhos, relações entre professores e alunos e relações entre pares com interesses comuns. O autor defende que o modo como as crianças aprendem pode melhorar dado que uma das maiores contribuições do uso do computador, é a oportunidade de as crianças experimentarem o entusiasmo de se empenharem em alcançar os conhecimentos que pretende alcançar, ou seja, é a criança que vai explorar os conteúdos que o software do computador tem para lhe oferecer, e assim descobrir o que lhe dá interesse de aprender. A verdade é que uma aprendizagem em que o aluno participe activamente e com empenho, tem muita mais probabilidades de ter sucesso do que se a criança for quase obrigada a memorizar a informação para a qual ela não atribuí qualquer significado, e que dentro de pouco tempo esquecerá.
Um dos factores positivos da tecnologia é a liberdade de acção ,que esta nos oferece, para as nossas escolhas individuais, ou seja, a tecnologia oferece-nos todos os elementos, nós só os teremos de manejar para podermos retirar o que mais nos interessa. Só depende de nós saber manipular o computador para que ele segundo as nossos objectivos, imaginação irá nos levar a alcançar a informação que pretendemos alcançar e assim com a sua ajuda delinearmos um melhor futuro para nós e para os nossos filhos.
Mas tarde irei concluir este reflexão
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