
26/11/2007
aula prática de 23/10/2007

ola a todos!
Esta aula prática iniciou-se com as apresentações de powerpoint referentes as tecnologias de cada grupo.A minha apresentação em powerpoint era referente aos podcasts, e penso que correu da melhor maneira penso que conseguimos transmitir as vantagens da utilização dos podcasts e o que estes poderão trazer de inovador quando utilizado em contexto educativo.Agradeço imenso á escolha desta tecnologia, porque me fez ver as tecnologias educativos com outra luz...A utilização de tecnologias deste género como o podcast, dinâmizam as práticas de aprendizagem na medida em que conferem ao papel do aluno um cariz de autonomia e de controlo no seu próprio processo de aprendizagem.as restantea apresentações foram bastante satisfatórias, mas a que mais me agradou devido ao seu cariz inovador e sem duvida refrescante, foi a apresentação do grupo dos rapazes que incidiu igualmente nos podcasts.:D
O resto da aula foi dedicado ao preenchimento da ficha de autor, acerca dos nossos objectivos acerca dos projectos online, ou seja, o que cada grupo tem em vista para o projecto online (o tema do projecto, os objectivos, o publico alvo etc...)
boa semana:D
Reflexão crítica do 3º capitulo da família em rede
“ Compreender é inventar” Piaget
Ao longo da leitura desde livro tive a oportunidade de apreender que o autor Seymour Papert é apologista da abordagem construtivista, em que o aluno terá de construir sempre novos saberes em qualquer situação. E é dentro desta perspectiva que se incluí a citação de Piaget “ Compreender é inventar” , em que o papel do professor consiste em criar condições para o aluno inventar, ou seja, criar situações de aprendizagem que permitam ao aluno ser criativo, não se limitar a memorização e debitar aquilo que o professor lhe transmite, ter uma papel activo no processo de aprendizagem. Este processo tem de possuir um carácter dinâmico e motivante, ou seja, a criança terá de encontrar uma razão para querer aprender isto ou aquilo e não porque tem de aprender à força porque vem no currículo.
Agora gostava de falar um pouco dos jogos de vídeo. As crianças quase de todas as idades têm um fascínio por jogos de vídeos, eu nunca tive essa tendência e respeito quem a tenha . Agora enquadrando os jogos de vídeo num processo educativo e útil,é necessário, para que tal aconteça e funcione da melhor forma, um equilíbrio entre a abordagem construtivista e a instrucionista , fazendo com que estes jogos de vídeos sejam utilizados para algo positivo com aprender…Isso era giro! E Papert indica-nos três modos para que tal aconteça:
· Utilizando-se a abordagem instrucionista, em que a criança ao jogar a um jogo de vídeo, ou de computador aprenda algo útil tal como o alfabeto, a contar ou até mesmo a tabuada. Neste tipo de jogos educativos, o utilizador tem de responder correctamente a questão relativas com o tema a aprender (abecedário, tabuada etc..) ou seja a criança aprende em contexto de jogo. Saindo um pouco do exemplo que Papert dá no livro, eu em tempos estava com o meu primo mais novo e ele tinha um cd com jogos educativos, um deles era sobre o abecedário em que nós clicavamos no jogo e aparecia uma plataforma com cores bastante agradáveis, com a’s e b’s a dançar ao som da musica. Existiam diferentes jogos, mas um deles que me recordo consistia num conjunto de objectos e num conjunto de palavras e o objectivo do jogo seria dar um nome ao objecto, ou seja, o utilizador clicava com o rato na imagem (ex:avião) e de seguida teria de clicar na respectiva palavra. Foi uma óptima forma do meu primo formar palavras e dar nomes aos objectos que o rodeavam e de ganhar interesse á formação de palavras e dar nomes concretos aos objectos.
· Utilizando-se a abordagem construtivista: em que Papert sugere que as crianças construam elas próprias um jogo, com a ajuda dos pais que a meu ver é um bom modo de interacção pai -filho e um modo bastante divertido de aprendizagem tanto para um como para outro. Esta actividade confere à criança novas capacidades técnicas de programação, desenvolvimento e descoberta de novos conhecimentos, e o mais relevante a meu ver desenvolvimento de autonomia e de controlo, ou seja, sendo a criança com ajuda parental a construir um jogo, mesmo sendo o mais simples de todos, isto fará com que ela controle a sua actividade intelectual, fará ela as escolhas para o que o jogo terá de ter, exploração de várias ideias, ela própria ira construir os seus saberes e os seus conhecimentos de uma forma autónoma. Agora lança-se a questão: Será que é a criança que manipula a maquina ou a maquina que manipula a criança? Nesta perspectiva penso que será a criança que manipula a máquina, porque é ela que decide o que quer que a maquina faça, é ela que decide que cores terá o jogo, qual o contexto em que o jogo se inserirá em outras aspectos programáticos, agora na perspectiva instrucionista existe um certo limite por parte da actividade da criança, claro que a criança poderá aprender em contexto de jogo, mas só terá como resultado certo ou errado não respostas alternativas, quase que não há raciocínio intelectual, a criança poderá apreender as respostas por memorização. Ela segue-se pelas instruções do computador, não tem muita autonomia e muito menos controlo. Há que ter em atenção a estes jogos educativos, será que ensinam da maneira correcta?Existem por esse mundo fora milhões de softwares educativos, e ás vezes a unidade parental é um pouco iludido pensando que está a fazer o melhor para a aprendizagem do seu filho. Muitas vezes muitos destes pais, vão com este pensamento” um jogo fácil de aprender…” quando se dirigem a uma qualquer loja de softwares e muitas vezes são enganados pelos próprios softwares, que enunciam uma fácil e rápida aprendizagem e de reacções rápidas. A questão aqui é a aprendizagem não precisa de ser rápida, desde que seja uma aprendizagem com bases fortes, em que a criança assimile aquilo que aprendeu, também não necessita de ser fácil, é verdade aprendizagem é visto como um processo bastante pesado e doloroso, mas não pode ser encarado desta maneira, deve se encontrar estratégias que anulem estes factores(tornar as práticas mais motivantes e mais dinâmicas), e uma das estratégias poderá ser através do computador em que a satisfação em aprender é restaurada, através de novos caminhos para adquirir a aprendizagem, novas alternativas de resposta, aprendizagem por descoberta etc… Para além disso como é do senso comum “o que é demasiado fácil não tem graça”, e o que faz com que as crianças achem as tarefas escolares um horror,é o seu carácter enfadonho e desmotivante, não por ser difícil, portanto a solução que eu encontro é dinamizar o trabalho escolar, as crianças têm de ter motivação para aprender, encontrar interesse no que estão a aprender, mesmo que seja difícil se tiverem estes factores elas terão gosto em aprender e desta forma melhor assimilaram a sua nova aprendizagem porque conferem significado ao que aprenderam.
· Utilizando-se uma abordagem do Aprender a aprendizagem, esta abordagem vem de encontro ao que os professores acham dos jogos educativos, têm-nos como somente úteis se forem de encontro à aprendizagem de estilo escolar, ou seja se proporcionarem conhecimentos que são transmitidos por outros, a meu ver isto não é correcto. Claro que a maioria das aprendizagens que adquirimos são transmitidas pelo professor, mas há várias coisas que aprendi através de uma aprendizagem natural, ora vejamos…há já sei....nas ferias de natal quando era mais novinha, punha-me em frente à televisão a assistir aqueles programas do national geographic que se passam no fundo do mar. Sempre senti fascínio por estes documentários, e se aparecessem tubarões ainda mais me interessava, tudo que aprendi acerca dos tubarões foi através deste programa da national geographic, as suas características, o seu comportamento, o seu habitat etc…só anos mais tarde é que vim a ter conhecimento das características dos tubarões através de uma abordagem muito ténue na disciplina de biologia do 12º ano, por isso bem podia esperar para saber algo mais profundo acerca destes animais, portanto agradeço à minha aprendizagem natural e por descoberta por ter assimilado estes conhecimentos acerca do mundo animal e por não não ter pensado: “háa eu vou dar isso na escola..”
Concluindo, penso que para o processo educativo ter sucesso e ser consistente deve ser suportado, pela abordagem construtivista e pela instrucionista dado que tanto uma como outra são importantes neste processo. A construtivista na medida em que confere ao processo de aprendizagem um carácter de autonomia e de controlo, em que o aprendizado poderá ou não ter autonomia para construir os seus próprios conhecimentos, as suas próprias estratégias de apropriamento de saberes e de ter controlo sobre o seu processo de aprendizagem.Enquanto que a abordagem instrucionista confere ao processo de aprendizagem um carácter de orientação, ou seja, orientar os conhecimentos para que o aprendizado aprenda da melhor forma.
Ao longo da leitura desde livro tive a oportunidade de apreender que o autor Seymour Papert é apologista da abordagem construtivista, em que o aluno terá de construir sempre novos saberes em qualquer situação. E é dentro desta perspectiva que se incluí a citação de Piaget “ Compreender é inventar” , em que o papel do professor consiste em criar condições para o aluno inventar, ou seja, criar situações de aprendizagem que permitam ao aluno ser criativo, não se limitar a memorização e debitar aquilo que o professor lhe transmite, ter uma papel activo no processo de aprendizagem. Este processo tem de possuir um carácter dinâmico e motivante, ou seja, a criança terá de encontrar uma razão para querer aprender isto ou aquilo e não porque tem de aprender à força porque vem no currículo.
Agora gostava de falar um pouco dos jogos de vídeo. As crianças quase de todas as idades têm um fascínio por jogos de vídeos, eu nunca tive essa tendência e respeito quem a tenha . Agora enquadrando os jogos de vídeo num processo educativo e útil,é necessário, para que tal aconteça e funcione da melhor forma, um equilíbrio entre a abordagem construtivista e a instrucionista , fazendo com que estes jogos de vídeos sejam utilizados para algo positivo com aprender…Isso era giro! E Papert indica-nos três modos para que tal aconteça:
· Utilizando-se a abordagem instrucionista, em que a criança ao jogar a um jogo de vídeo, ou de computador aprenda algo útil tal como o alfabeto, a contar ou até mesmo a tabuada. Neste tipo de jogos educativos, o utilizador tem de responder correctamente a questão relativas com o tema a aprender (abecedário, tabuada etc..) ou seja a criança aprende em contexto de jogo. Saindo um pouco do exemplo que Papert dá no livro, eu em tempos estava com o meu primo mais novo e ele tinha um cd com jogos educativos, um deles era sobre o abecedário em que nós clicavamos no jogo e aparecia uma plataforma com cores bastante agradáveis, com a’s e b’s a dançar ao som da musica. Existiam diferentes jogos, mas um deles que me recordo consistia num conjunto de objectos e num conjunto de palavras e o objectivo do jogo seria dar um nome ao objecto, ou seja, o utilizador clicava com o rato na imagem (ex:avião) e de seguida teria de clicar na respectiva palavra. Foi uma óptima forma do meu primo formar palavras e dar nomes aos objectos que o rodeavam e de ganhar interesse á formação de palavras e dar nomes concretos aos objectos.
· Utilizando-se a abordagem construtivista: em que Papert sugere que as crianças construam elas próprias um jogo, com a ajuda dos pais que a meu ver é um bom modo de interacção pai -filho e um modo bastante divertido de aprendizagem tanto para um como para outro. Esta actividade confere à criança novas capacidades técnicas de programação, desenvolvimento e descoberta de novos conhecimentos, e o mais relevante a meu ver desenvolvimento de autonomia e de controlo, ou seja, sendo a criança com ajuda parental a construir um jogo, mesmo sendo o mais simples de todos, isto fará com que ela controle a sua actividade intelectual, fará ela as escolhas para o que o jogo terá de ter, exploração de várias ideias, ela própria ira construir os seus saberes e os seus conhecimentos de uma forma autónoma. Agora lança-se a questão: Será que é a criança que manipula a maquina ou a maquina que manipula a criança? Nesta perspectiva penso que será a criança que manipula a máquina, porque é ela que decide o que quer que a maquina faça, é ela que decide que cores terá o jogo, qual o contexto em que o jogo se inserirá em outras aspectos programáticos, agora na perspectiva instrucionista existe um certo limite por parte da actividade da criança, claro que a criança poderá aprender em contexto de jogo, mas só terá como resultado certo ou errado não respostas alternativas, quase que não há raciocínio intelectual, a criança poderá apreender as respostas por memorização. Ela segue-se pelas instruções do computador, não tem muita autonomia e muito menos controlo. Há que ter em atenção a estes jogos educativos, será que ensinam da maneira correcta?Existem por esse mundo fora milhões de softwares educativos, e ás vezes a unidade parental é um pouco iludido pensando que está a fazer o melhor para a aprendizagem do seu filho. Muitas vezes muitos destes pais, vão com este pensamento” um jogo fácil de aprender…” quando se dirigem a uma qualquer loja de softwares e muitas vezes são enganados pelos próprios softwares, que enunciam uma fácil e rápida aprendizagem e de reacções rápidas. A questão aqui é a aprendizagem não precisa de ser rápida, desde que seja uma aprendizagem com bases fortes, em que a criança assimile aquilo que aprendeu, também não necessita de ser fácil, é verdade aprendizagem é visto como um processo bastante pesado e doloroso, mas não pode ser encarado desta maneira, deve se encontrar estratégias que anulem estes factores(tornar as práticas mais motivantes e mais dinâmicas), e uma das estratégias poderá ser através do computador em que a satisfação em aprender é restaurada, através de novos caminhos para adquirir a aprendizagem, novas alternativas de resposta, aprendizagem por descoberta etc… Para além disso como é do senso comum “o que é demasiado fácil não tem graça”, e o que faz com que as crianças achem as tarefas escolares um horror,é o seu carácter enfadonho e desmotivante, não por ser difícil, portanto a solução que eu encontro é dinamizar o trabalho escolar, as crianças têm de ter motivação para aprender, encontrar interesse no que estão a aprender, mesmo que seja difícil se tiverem estes factores elas terão gosto em aprender e desta forma melhor assimilaram a sua nova aprendizagem porque conferem significado ao que aprenderam.
· Utilizando-se uma abordagem do Aprender a aprendizagem, esta abordagem vem de encontro ao que os professores acham dos jogos educativos, têm-nos como somente úteis se forem de encontro à aprendizagem de estilo escolar, ou seja se proporcionarem conhecimentos que são transmitidos por outros, a meu ver isto não é correcto. Claro que a maioria das aprendizagens que adquirimos são transmitidas pelo professor, mas há várias coisas que aprendi através de uma aprendizagem natural, ora vejamos…há já sei....nas ferias de natal quando era mais novinha, punha-me em frente à televisão a assistir aqueles programas do national geographic que se passam no fundo do mar. Sempre senti fascínio por estes documentários, e se aparecessem tubarões ainda mais me interessava, tudo que aprendi acerca dos tubarões foi através deste programa da national geographic, as suas características, o seu comportamento, o seu habitat etc…só anos mais tarde é que vim a ter conhecimento das características dos tubarões através de uma abordagem muito ténue na disciplina de biologia do 12º ano, por isso bem podia esperar para saber algo mais profundo acerca destes animais, portanto agradeço à minha aprendizagem natural e por descoberta por ter assimilado estes conhecimentos acerca do mundo animal e por não não ter pensado: “háa eu vou dar isso na escola..”
Concluindo, penso que para o processo educativo ter sucesso e ser consistente deve ser suportado, pela abordagem construtivista e pela instrucionista dado que tanto uma como outra são importantes neste processo. A construtivista na medida em que confere ao processo de aprendizagem um carácter de autonomia e de controlo, em que o aprendizado poderá ou não ter autonomia para construir os seus próprios conhecimentos, as suas próprias estratégias de apropriamento de saberes e de ter controlo sobre o seu processo de aprendizagem.Enquanto que a abordagem instrucionista confere ao processo de aprendizagem um carácter de orientação, ou seja, orientar os conhecimentos para que o aprendizado aprenda da melhor forma.
11/11/2007
Aula prática de 9/11/2007
E chegou o dia da entrega dos relatórios sobre a análise e avaliação de tecnologias sociais … O meu grupo (podcastbest) para esta aula já trouxemos o nosso relatório quase pronto, o que restava fazer era retocar a conclusão que estava muito parcial. Quanto o terminámos por completo transferimos o nosso relatório em formato digital, para o espaço online, numa secção que é destinada à entrega de trabalhos. Na segunda parte da aula estivemos a assistir a uma apresentação realizada pela professora Joana Viana que incidia no tema “Software social”.Durante esta apresentação estive bastante atenta, porque é um tema que me interessa bastante dado que dinamiza em muito a aprendizagem e a comunicação. O softaware social que me chamou mais a atenção foi o Linkedin, dado que é um software que se baseia principalmente em relações profissionais, ou seja se uma pessoa quiser disponibilizar os seus serviços seja a nível de webdesign, escrita, ou qualquer outro tipo de serviço basta criar uma conta no linkedin e editar o seu perfil profissional. Também resulta no sentido de se uma pessoa tiver uma empresa e, quiser recrutar alguém.
Depois da apresentação a professora deu-nos algumas indicações acerca do projecto online:
· Cada grupo teria de criar ideias para o projecto online; No nosso caso que pesquisamos sobre os podcasts, teríamos de criar um podcast em que disponibilizaríamos toda a informação que pesquisamos acerca de uma ferramenta disponibilizada na web (Voicetread) que permite criar webcasts e podcast e nos explica passo a passo como criar um podcast.
· Na 2ª vertente do projecto online, teremos de aplicar a tecnologia num tema específico que seja interessante para nós, pode estar relacionado com ciências da Educação ou com tecnologias Educativas
Para a próxima teremos de preparar as seguintes tarefas:
· Encontrar um tema para desenvolver no projecto online
· Objectivo do trabalho prático
· As ferramentas/ tecnologias e elementos multimédia que iremos utilizar para executar o projecto
· Elaborar uma macro-estrutura que será uma plano de trabalhos, ou seja: o que se irá colocar em áudio ou em vídeo no podcast, ou seja uma articulação de toda a informação
· Durante a próxima aula teremos de realizar um slideshow em Power Point, com apenas 5 slides em que conste a tecnologia na qual trabalhamos e os aspectos mais relevantes na utilização desta em contexto educativo
Boa semana!
Depois da apresentação a professora deu-nos algumas indicações acerca do projecto online:
· Cada grupo teria de criar ideias para o projecto online; No nosso caso que pesquisamos sobre os podcasts, teríamos de criar um podcast em que disponibilizaríamos toda a informação que pesquisamos acerca de uma ferramenta disponibilizada na web (Voicetread) que permite criar webcasts e podcast e nos explica passo a passo como criar um podcast.
· Na 2ª vertente do projecto online, teremos de aplicar a tecnologia num tema específico que seja interessante para nós, pode estar relacionado com ciências da Educação ou com tecnologias Educativas
Para a próxima teremos de preparar as seguintes tarefas:
· Encontrar um tema para desenvolver no projecto online
· Objectivo do trabalho prático
· As ferramentas/ tecnologias e elementos multimédia que iremos utilizar para executar o projecto
· Elaborar uma macro-estrutura que será uma plano de trabalhos, ou seja: o que se irá colocar em áudio ou em vídeo no podcast, ou seja uma articulação de toda a informação
· Durante a próxima aula teremos de realizar um slideshow em Power Point, com apenas 5 slides em que conste a tecnologia na qual trabalhamos e os aspectos mais relevantes na utilização desta em contexto educativo
Boa semana!
01/11/2007
aula prática de dia 26/10/2007
olá a todos!
Na aula passada de tecnologias educativas aconteceu algo inesperado.a luz faltou.E agora?não podiamos trabalhar nos computadores. Por isso mesmo tivemos a falar um pouco acerca do que cada um de nós estava a achar do livro de Seymour Papert "A familia em rede", a maioria de nós está a apreciar a leitura deste livro.
A professora esteve a falar um pouco de e-learning que, definiu como uma modalidade de ensino à distância, uma aprendizagem com base na web;Falou-se um pouco de LMS's ( Learning Maneaging sistem's ), na qual se incluem as plataformas que disponibilizam documentos tal com aquela que utilizamos(dokeos), em que se pode criar disciplinas online.Dentro deste contexto a professora falou um pouco do Moodle outro tipo de plataforma mas mais complexa e muito usada no ensino superior.
Entretanto a luz regressou o que nos permitiu alcançar o objectivo da aula que seria preencher a grelha que ja falei anteriormente.
Na aula passada de tecnologias educativas aconteceu algo inesperado.a luz faltou.E agora?não podiamos trabalhar nos computadores. Por isso mesmo tivemos a falar um pouco acerca do que cada um de nós estava a achar do livro de Seymour Papert "A familia em rede", a maioria de nós está a apreciar a leitura deste livro.
A professora esteve a falar um pouco de e-learning que, definiu como uma modalidade de ensino à distância, uma aprendizagem com base na web;Falou-se um pouco de LMS's ( Learning Maneaging sistem's ), na qual se incluem as plataformas que disponibilizam documentos tal com aquela que utilizamos(dokeos), em que se pode criar disciplinas online.Dentro deste contexto a professora falou um pouco do Moodle outro tipo de plataforma mas mais complexa e muito usada no ensino superior.
Entretanto a luz regressou o que nos permitiu alcançar o objectivo da aula que seria preencher a grelha que ja falei anteriormente.
26/10/2007
Aula prática de dia 19/10/2007
A aula passada centrou-se maioritáriamente no trabalho de grupo.A professora orientou-nos material para realizar-mos o relatório que terá de ser entregue no dia 9 de novembro.O material que nos foi fornecido foi a estrutura do relatório e uma grelha que se designa de ficha de analise e de avaliação da tecnologia em questão (podcast).
O meu grupo continuou a pesquisa acerca do podcast.
Boa semana
O meu grupo continuou a pesquisa acerca do podcast.
Boa semana
24/10/2007
Conclusão do 2º capitulo do livro " A Família em rede"
Para concluír a minha reflexão crítica do 2º capítulo do livro " A família em rede", queria abordar dois conceitos que o autor nos indica que é literacia computacional e fluência Técnologica.Estes dois conceitos vao de encontro as competências tecnologicas que as crianças tem de possuir para mais tarde terem emprego, mas o que realmente é importante é a forma como as crianças utilizam os seus conhecimentos tecnologicos e de manuseamento do computador para os seus próprios objectivos.A criança tem uma fluência tecnologica boa quando sabe utilizar as tecnologias que tem a seu dispor em diversos contextos, quando não tem medo de explorar quando o computador lhe apresenta algo desconhecido.
18/10/2007
Reflexão crítica do 2º capitulo do livro "Família em rede" (1a parte)
No início deste capítulo o autor distingue-nos 2 grupos de indivíduos Os ciberutópicos que são indivíduos que dão graças à chegada das tecnologias e depois existem os cibercríticos que acham que existem imensos perigos na utilização de tecnologias. Mas o que o autor defende e que o realmente interessa é o processo de aprendizagem, e que os meninos desta nova geração aprendam e utilizem novas formas de pensar e que lhes permitam realizar grandes projectos que não prejudiquem nada nem ninguém.
A ideia que eu acho que é necessário realçar é que existem mudanças que podem suceder do modo como as pessoas aprendem com o uso de tecnologias (computador), inclui mudanças a nível de relações humanas, mais ligadas a aprendizagens, relações intra familiares entre pais e filhos, relações entre professores e alunos e relações entre pares com interesses comuns. O autor defende que o modo como as crianças aprendem pode melhorar dado que uma das maiores contribuições do uso do computador, é a oportunidade de as crianças experimentarem o entusiasmo de se empenharem em alcançar os conhecimentos que pretende alcançar, ou seja, é a criança que vai explorar os conteúdos que o software do computador tem para lhe oferecer, e assim descobrir o que lhe dá interesse de aprender. A verdade é que uma aprendizagem em que o aluno participe activamente e com empenho, tem muita mais probabilidades de ter sucesso do que se a criança for quase obrigada a memorizar a informação para a qual ela não atribuí qualquer significado, e que dentro de pouco tempo esquecerá.
Um dos factores positivos da tecnologia é a liberdade de acção ,que esta nos oferece, para as nossas escolhas individuais, ou seja, a tecnologia oferece-nos todos os elementos, nós só os teremos de manejar para podermos retirar o que mais nos interessa. Só depende de nós saber manipular o computador para que ele segundo as nossos objectivos, imaginação irá nos levar a alcançar a informação que pretendemos alcançar e assim com a sua ajuda delinearmos um melhor futuro para nós e para os nossos filhos.
Mas tarde irei concluir este reflexão
A ideia que eu acho que é necessário realçar é que existem mudanças que podem suceder do modo como as pessoas aprendem com o uso de tecnologias (computador), inclui mudanças a nível de relações humanas, mais ligadas a aprendizagens, relações intra familiares entre pais e filhos, relações entre professores e alunos e relações entre pares com interesses comuns. O autor defende que o modo como as crianças aprendem pode melhorar dado que uma das maiores contribuições do uso do computador, é a oportunidade de as crianças experimentarem o entusiasmo de se empenharem em alcançar os conhecimentos que pretende alcançar, ou seja, é a criança que vai explorar os conteúdos que o software do computador tem para lhe oferecer, e assim descobrir o que lhe dá interesse de aprender. A verdade é que uma aprendizagem em que o aluno participe activamente e com empenho, tem muita mais probabilidades de ter sucesso do que se a criança for quase obrigada a memorizar a informação para a qual ela não atribuí qualquer significado, e que dentro de pouco tempo esquecerá.
Um dos factores positivos da tecnologia é a liberdade de acção ,que esta nos oferece, para as nossas escolhas individuais, ou seja, a tecnologia oferece-nos todos os elementos, nós só os teremos de manejar para podermos retirar o que mais nos interessa. Só depende de nós saber manipular o computador para que ele segundo as nossos objectivos, imaginação irá nos levar a alcançar a informação que pretendemos alcançar e assim com a sua ajuda delinearmos um melhor futuro para nós e para os nossos filhos.
Mas tarde irei concluir este reflexão
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