13/12/2007

Conferência e-learning e comunidades :no digital mas mais além


Bem...eu fui umas das muitas pessoas que assistiram a esta conferência que aborda o tema do e-learning e das comunidades no digital.Bem devo confessar que estava ansiosa para assistir a esta conferência dado que é um tema que me interessa e muito, também graças ao meu possivel interesse em fazer mestrado em tecnologias educativas.
O que retirei de essencial desta conferência foi que:



  • em relação ao e-learning, o e está prestes a "cair", para evidênciar a importância do learning;

  • Que se trata de toda uma aprendizagem mediada electronicamente, mas não se resumo somente a este facto, tem de se discutir, reflectir, investigar e acima de tudo praticar;

  • O trabalho escolar realizado pela internet, tem de ter estes 3 aspectos:


  1. Principio da Compreensão

  2. Principio do espirito crítico

  3. Príncipio ético


  • Não se deve ficar dependente da Tecnologia, ou seja, teremos de utilizar a Tecnologia como instrumento para dinamizar a nossa aprendizagem, para aplicar a nossa aprendizagem.Se não soubermos a tabuada, não é utilizando o computador(ou outra tecnologia) que a vamos saber, o que pode fazer é fornecer estratégias que nos ajudem a aprender de modo difinitivo a tabuada

  • E o mais importante: é o modo como usamos as tecnologias em prol da aprendizagem

Devo confessar que me entusiasmou o modo como Joao Paiva falou acerca da sua experiência em e-learning, mas sei também que esta prática está agora a dar os primeiros passos e está nas nossas mão o poder de mudarmos as práticas e fazer com que o processo de ensino aprendizagem se desenvolva da melhor forma através da criatividade, negociação e da empatia entre professor e aluno.


Para quem quiser mais informação:


http://nautilus.fis.uc.pt/
http://www.mocho.pt/
http://www.molecularium.net/



12/12/2007

Reflexão Crítica do 5º capítulo




“(…)O computador como um meio para construírem a coesão familiar, em vez de o considerarem um factor de desunião.”

Aleluia até que enfim alguém chega a esta brilhante conclusão!!! Grande Seymour Papert.Eu concordo com todas as vírgulas desta citação de Papert em A Família em rede, e porquê perguntam vocês? Porque, meus queridos, os Pais têm uma atitude errada face ás tecnologias, mais especificamente face aos computadores. Os pais preocupam-se com a má influência que os computadores poderão ter na vida e na educação dos seus filhos, ou porque as crianças poderão aceder a sites menos próprios ou mesmo estabelecer ligação com pessoas de índole duvidosa mas esquecem-se que tudo isto pode ser evitado com a sua supervisão ou pelo bloqueio deste tipo de sites. Claro que há pais que não dominam esta tecnologia, mas tudo isto poderia mudar se houvesse mais disposição por parte dos pais em acompanhar os seus filhos nas suas tarefas ao computador e até poderiam aprender um pouco com eles, o que iria unir pais e filhos através de um processo contínuo de aprendizagem em que o pai ensina o filho e em que o filho em muitos casos, também poderá ensinar o pai. Claro que existem muitos factores exterior que dificultam este processo, ou porque os pais trabalham demasiado e quando chegam a casa não tem tempo para acompanhar os seus filhos, é totalmente compreensível, mas nos fins-de-semana quando existe tempo de sobra, seria interessante estabelecer-se um dialogo entre pais e filhos, para se encontrar interesses comuns e assim realizarem em conjunto um projecto em que existisse colaboração de ambas as partes. O que iria ser uma actividade bastante positiva na medida em que existiria uma aprendizagem entre pais e filhos e os filhos ao ver os pais a aprender talvez se entusiasmassem ainda mais com o aprender mais e mais, talvez isto pudesse emitir este pensamento nas crianças “Se o papa gosta de aprender
…talvez isto não seja assim tão chato”

10/12/2007

Reflexão crítica do 4º capítulo

“Os valores devem ser ensinados pela escola ou pelos pais?”
Eu tenho uma opinião muito bem definida acerca deste tópico. A verdade é que a maioria dos pais vê a escola como uma “máquina” para educar os seus filhos, em parte é verdade dado esta transmite muitos conhecimentos acerca de diferentes matérias, mas há certos valores que não se adquirem na escola tem de ser incutidos em casa desde pequenos. Tal como o sentido de responsabilidade, de honestidade e de humildade. São os pais através de uma aprendizagem familiar que devem transmitir os valores importantes que uma criança tem de possuir para ter um futuro brilhante. A vivência na escola também transmite muitos bons valores, que resultam da interacção das crianças umas com as outras, a partilha, o saber trabalhar em equipa.
Nas práticas de ensino também terá de existir honestidade. Há que existir honestidade naquilo que se ensina e transmite às crianças, ou seja, tem de se acreditar fielmente no que se ensina, conceder algum significado ao que se ensina para que a criança encontre um propósito para o que está a aprender e assim assimilará com maior facilidade. Falando da minha própria experiência ,muitos dos conteúdos que me foram ensinados nunca “encaixaram” na minha cabeça dado que eu não encontrava um propósito, ou seja, não conseguia compreender em quê que estes conteúdos me iriam ajudar na minha vida “cá fora”. As minhas dificuldades a matemáticas nunca foram completamente ultrapassadas dado que não tive nenhum professor que me motivasse a aprender matemática, eu percepcionava esta disciplina como uma miscelânea de equações e de teoremas nos quais eu não encontrava nenhum significado maior para os aprender.
O respeito no processo de ensino - aprendizagem também está relacionado com o facto de as práticas educativas não darem espaço de manobra, para a criança pensar por si ou seja, o meu processo de ensino aprendizagem ocorreu do seguinte modo: o professor debitava informação eu assimilava ou não a informação consoante as situações o que desenvolveu em mim um quase receio de pensar por mim, gerando este pensamentos em mim:” hmm…será que estarei a pensar bem?” “é melhor não dizer alto o que estou a pensar…pode estar errado!”.O que sinceramente me dificultou um pouco a vida. Por isso mesmo, é que eu sou apologista da utilização do computador na aprendizagem, dado a que a criança em frente ao computador, realizará actividades interessantíssimas e, desenvolverão a capacidade de autonomia e de exploração não se sentindo pressionadas se estarão a realizar estas tarefas bem ou mal, vão descobrindo por tentativa de erro, pensando por elas mesmas.
O nosso querido Papert também refere neste capítulo maravilhoso, a valorização das pessoas. Ele aborda este tema referindo que as pessoas em diversas fases da vida emitem vários juízos de valor a partir das capacidades mentais de uma pessoa, isto acontece com bastante frequência na cultura das crianças.
Se uma criança tem dificuldades em juntar sílabas, isto dificultara a sua leitura, se tiver dificuldades em fazer contas isto dificultará as suas tarefas matemáticas. Isto faz-me pensar na limitação que existe nas práticas educativas nas nossas escolas, na pouca diversidades de estratégias de ensino que existe para se alcançar os objectivos do currículo. Na disciplina de matemática só há uma forma de aprender equações e teoremas, e há crianças que não tem essa capacidade tão bem desenvolvida o que irá dificultar o seu desenvolvimento nesta área, o ideal era existir novas estratégias para que a criança conseguisse chegar as soluções das equações de modo que compreendesse o que estava a fazer. O computador pode facilitar esta tarefa, na medida em que a criança explora e aprende por si própria e não está pressionada com o que o professor lhe diz para fazer.

26/11/2007

aula prática de 23/10/2007


ola a todos!


Esta aula prática iniciou-se com as apresentações de powerpoint referentes as tecnologias de cada grupo.A minha apresentação em powerpoint era referente aos podcasts, e penso que correu da melhor maneira penso que conseguimos transmitir as vantagens da utilização dos podcasts e o que estes poderão trazer de inovador quando utilizado em contexto educativo.Agradeço imenso á escolha desta tecnologia, porque me fez ver as tecnologias educativos com outra luz...A utilização de tecnologias deste género como o podcast, dinâmizam as práticas de aprendizagem na medida em que conferem ao papel do aluno um cariz de autonomia e de controlo no seu próprio processo de aprendizagem.as restantea apresentações foram bastante satisfatórias, mas a que mais me agradou devido ao seu cariz inovador e sem duvida refrescante, foi a apresentação do grupo dos rapazes que incidiu igualmente nos podcasts.:D

O resto da aula foi dedicado ao preenchimento da ficha de autor, acerca dos nossos objectivos acerca dos projectos online, ou seja, o que cada grupo tem em vista para o projecto online (o tema do projecto, os objectivos, o publico alvo etc...)
boa semana:D

Reflexão crítica do 3º capitulo da família em rede

“ Compreender é inventar” Piaget

Ao longo da leitura desde livro tive a oportunidade de apreender que o autor Seymour Papert é apologista da abordagem construtivista, em que o aluno terá de construir sempre novos saberes em qualquer situação. E é dentro desta perspectiva que se incluí a citação de Piaget “ Compreender é inventar” , em que o papel do professor consiste em criar condições para o aluno inventar, ou seja, criar situações de aprendizagem que permitam ao aluno ser criativo, não se limitar a memorização e debitar aquilo que o professor lhe transmite, ter uma papel activo no processo de aprendizagem. Este processo tem de possuir um carácter dinâmico e motivante, ou seja, a criança terá de encontrar uma razão para querer aprender isto ou aquilo e não porque tem de aprender à força porque vem no currículo.
Agora gostava de falar um pouco dos jogos de vídeo. As crianças quase de todas as idades têm um fascínio por jogos de vídeos, eu nunca tive essa tendência e respeito quem a tenha . Agora enquadrando os jogos de vídeo num processo educativo e útil,é necessário, para que tal aconteça e funcione da melhor forma, um equilíbrio entre a abordagem construtivista e a instrucionista , fazendo com que estes jogos de vídeos sejam utilizados para algo positivo com aprender…Isso era giro! E Papert indica-nos três modos para que tal aconteça:
· Utilizando-se a abordagem instrucionista, em que a criança ao jogar a um jogo de vídeo, ou de computador aprenda algo útil tal como o alfabeto, a contar ou até mesmo a tabuada. Neste tipo de jogos educativos, o utilizador tem de responder correctamente a questão relativas com o tema a aprender (abecedário, tabuada etc..) ou seja a criança aprende em contexto de jogo. Saindo um pouco do exemplo que Papert dá no livro, eu em tempos estava com o meu primo mais novo e ele tinha um cd com jogos educativos, um deles era sobre o abecedário em que nós clicavamos no jogo e aparecia uma plataforma com cores bastante agradáveis, com a’s e b’s a dançar ao som da musica. Existiam diferentes jogos, mas um deles que me recordo consistia num conjunto de objectos e num conjunto de palavras e o objectivo do jogo seria dar um nome ao objecto, ou seja, o utilizador clicava com o rato na imagem (ex:avião) e de seguida teria de clicar na respectiva palavra. Foi uma óptima forma do meu primo formar palavras e dar nomes aos objectos que o rodeavam e de ganhar interesse á formação de palavras e dar nomes concretos aos objectos.
· Utilizando-se a abordagem construtivista: em que Papert sugere que as crianças construam elas próprias um jogo, com a ajuda dos pais que a meu ver é um bom modo de interacção pai -filho e um modo bastante divertido de aprendizagem tanto para um como para outro. Esta actividade confere à criança novas capacidades técnicas de programação, desenvolvimento e descoberta de novos conhecimentos, e o mais relevante a meu ver desenvolvimento de autonomia e de controlo, ou seja, sendo a criança com ajuda parental a construir um jogo, mesmo sendo o mais simples de todos, isto fará com que ela controle a sua actividade intelectual, fará ela as escolhas para o que o jogo terá de ter, exploração de várias ideias, ela própria ira construir os seus saberes e os seus conhecimentos de uma forma autónoma. Agora lança-se a questão: Será que é a criança que manipula a maquina ou a maquina que manipula a criança? Nesta perspectiva penso que será a criança que manipula a máquina, porque é ela que decide o que quer que a maquina faça, é ela que decide que cores terá o jogo, qual o contexto em que o jogo se inserirá em outras aspectos programáticos, agora na perspectiva instrucionista existe um certo limite por parte da actividade da criança, claro que a criança poderá aprender em contexto de jogo, mas só terá como resultado certo ou errado não respostas alternativas, quase que não há raciocínio intelectual, a criança poderá apreender as respostas por memorização. Ela segue-se pelas instruções do computador, não tem muita autonomia e muito menos controlo. Há que ter em atenção a estes jogos educativos, será que ensinam da maneira correcta?Existem por esse mundo fora milhões de softwares educativos, e ás vezes a unidade parental é um pouco iludido pensando que está a fazer o melhor para a aprendizagem do seu filho. Muitas vezes muitos destes pais, vão com este pensamento” um jogo fácil de aprender…” quando se dirigem a uma qualquer loja de softwares e muitas vezes são enganados pelos próprios softwares, que enunciam uma fácil e rápida aprendizagem e de reacções rápidas. A questão aqui é a aprendizagem não precisa de ser rápida, desde que seja uma aprendizagem com bases fortes, em que a criança assimile aquilo que aprendeu, também não necessita de ser fácil, é verdade aprendizagem é visto como um processo bastante pesado e doloroso, mas não pode ser encarado desta maneira, deve se encontrar estratégias que anulem estes factores(tornar as práticas mais motivantes e mais dinâmicas), e uma das estratégias poderá ser através do computador em que a satisfação em aprender é restaurada, através de novos caminhos para adquirir a aprendizagem, novas alternativas de resposta, aprendizagem por descoberta etc… Para além disso como é do senso comum “o que é demasiado fácil não tem graça”, e o que faz com que as crianças achem as tarefas escolares um horror,é o seu carácter enfadonho e desmotivante, não por ser difícil, portanto a solução que eu encontro é dinamizar o trabalho escolar, as crianças têm de ter motivação para aprender, encontrar interesse no que estão a aprender, mesmo que seja difícil se tiverem estes factores elas terão gosto em aprender e desta forma melhor assimilaram a sua nova aprendizagem porque conferem significado ao que aprenderam.
· Utilizando-se uma abordagem do Aprender a aprendizagem, esta abordagem vem de encontro ao que os professores acham dos jogos educativos, têm-nos como somente úteis se forem de encontro à aprendizagem de estilo escolar, ou seja se proporcionarem conhecimentos que são transmitidos por outros, a meu ver isto não é correcto. Claro que a maioria das aprendizagens que adquirimos são transmitidas pelo professor, mas há várias coisas que aprendi através de uma aprendizagem natural, ora vejamos…há já sei....nas ferias de natal quando era mais novinha, punha-me em frente à televisão a assistir aqueles programas do national geographic que se passam no fundo do mar. Sempre senti fascínio por estes documentários, e se aparecessem tubarões ainda mais me interessava, tudo que aprendi acerca dos tubarões foi através deste programa da national geographic, as suas características, o seu comportamento, o seu habitat etc…só anos mais tarde é que vim a ter conhecimento das características dos tubarões através de uma abordagem muito ténue na disciplina de biologia do 12º ano, por isso bem podia esperar para saber algo mais profundo acerca destes animais, portanto agradeço à minha aprendizagem natural e por descoberta por ter assimilado estes conhecimentos acerca do mundo animal e por não não ter pensado: “háa eu vou dar isso na escola..”

Concluindo, penso que para o processo educativo ter sucesso e ser consistente deve ser suportado, pela abordagem construtivista e pela instrucionista dado que tanto uma como outra são importantes neste processo. A construtivista na medida em que confere ao processo de aprendizagem um carácter de autonomia e de controlo, em que o aprendizado poderá ou não ter autonomia para construir os seus próprios conhecimentos, as suas próprias estratégias de apropriamento de saberes e de ter controlo sobre o seu processo de aprendizagem.Enquanto que a abordagem instrucionista confere ao processo de aprendizagem um carácter de orientação, ou seja, orientar os conhecimentos para que o aprendizado aprenda da melhor forma.

11/11/2007

Aula prática de 9/11/2007

E chegou o dia da entrega dos relatórios sobre a análise e avaliação de tecnologias sociais … O meu grupo (podcastbest) para esta aula já trouxemos o nosso relatório quase pronto, o que restava fazer era retocar a conclusão que estava muito parcial. Quanto o terminámos por completo transferimos o nosso relatório em formato digital, para o espaço online, numa secção que é destinada à entrega de trabalhos. Na segunda parte da aula estivemos a assistir a uma apresentação realizada pela professora Joana Viana que incidia no tema “Software social”.Durante esta apresentação estive bastante atenta, porque é um tema que me interessa bastante dado que dinamiza em muito a aprendizagem e a comunicação. O softaware social que me chamou mais a atenção foi o Linkedin, dado que é um software que se baseia principalmente em relações profissionais, ou seja se uma pessoa quiser disponibilizar os seus serviços seja a nível de webdesign, escrita, ou qualquer outro tipo de serviço basta criar uma conta no linkedin e editar o seu perfil profissional. Também resulta no sentido de se uma pessoa tiver uma empresa e, quiser recrutar alguém.
Depois da apresentação a professora deu-nos algumas indicações acerca do projecto online:

· Cada grupo teria de criar ideias para o projecto online; No nosso caso que pesquisamos sobre os podcasts, teríamos de criar um podcast em que disponibilizaríamos toda a informação que pesquisamos acerca de uma ferramenta disponibilizada na web (
Voicetread) que permite criar webcasts e podcast e nos explica passo a passo como criar um podcast.
· Na 2ª vertente do projecto online, teremos de aplicar a tecnologia num tema específico que seja interessante para nós, pode estar relacionado com ciências da Educação ou com tecnologias Educativas

Para a próxima teremos de preparar as seguintes tarefas:

· Encontrar um tema para desenvolver no projecto online
· Objectivo do trabalho prático
· As ferramentas/ tecnologias e elementos multimédia que iremos utilizar para executar o projecto
· Elaborar uma macro-estrutura que será uma plano de trabalhos, ou seja: o que se irá colocar em áudio ou em vídeo no podcast, ou seja uma articulação de toda a informação
· Durante a próxima aula teremos de realizar um slideshow em Power Point, com apenas 5 slides em que conste a tecnologia na qual trabalhamos e os aspectos mais relevantes na utilização desta em contexto educativo


Boa semana!

01/11/2007

aula prática de dia 26/10/2007

olá a todos!

Na aula passada de tecnologias educativas aconteceu algo inesperado.a luz faltou.E agora?não podiamos trabalhar nos computadores. Por isso mesmo tivemos a falar um pouco acerca do que cada um de nós estava a achar do livro de Seymour Papert "A familia em rede", a maioria de nós está a apreciar a leitura deste livro.
A professora esteve a falar um pouco de e-learning que, definiu como uma modalidade de ensino à distância, uma aprendizagem com base na web;Falou-se um pouco de LMS's ( Learning Maneaging sistem's ), na qual se incluem as plataformas que disponibilizam documentos tal com aquela que utilizamos(dokeos), em que se pode criar disciplinas online.Dentro deste contexto a professora falou um pouco do Moodle outro tipo de plataforma mas mais complexa e muito usada no ensino superior.
Entretanto a luz regressou o que nos permitiu alcançar o objectivo da aula que seria preencher a grelha que ja falei anteriormente.

26/10/2007

Aula prática de dia 19/10/2007

A aula passada centrou-se maioritáriamente no trabalho de grupo.A professora orientou-nos material para realizar-mos o relatório que terá de ser entregue no dia 9 de novembro.O material que nos foi fornecido foi a estrutura do relatório e uma grelha que se designa de ficha de analise e de avaliação da tecnologia em questão (podcast).

O meu grupo continuou a pesquisa acerca do podcast.

Boa semana

24/10/2007

Conclusão do 2º capitulo do livro " A Família em rede"

Para concluír a minha reflexão crítica do 2º capítulo do livro " A família em rede", queria abordar dois conceitos que o autor nos indica que é literacia computacional e fluência Técnologica.Estes dois conceitos vao de encontro as competências tecnologicas que as crianças tem de possuir para mais tarde terem emprego, mas o que realmente é importante é a forma como as crianças utilizam os seus conhecimentos tecnologicos e de manuseamento do computador para os seus próprios objectivos.A criança tem uma fluência tecnologica boa quando sabe utilizar as tecnologias que tem a seu dispor em diversos contextos, quando não tem medo de explorar quando o computador lhe apresenta algo desconhecido.



18/10/2007

Reflexão crítica do 2º capitulo do livro "Família em rede" (1a parte)

No início deste capítulo o autor distingue-nos 2 grupos de indivíduos Os ciberutópicos que são indivíduos que dão graças à chegada das tecnologias e depois existem os cibercríticos que acham que existem imensos perigos na utilização de tecnologias. Mas o que o autor defende e que o realmente interessa é o processo de aprendizagem, e que os meninos desta nova geração aprendam e utilizem novas formas de pensar e que lhes permitam realizar grandes projectos que não prejudiquem nada nem ninguém.
A ideia que eu acho que é necessário realçar é que existem mudanças que podem suceder do modo como as pessoas aprendem com o uso de tecnologias (computador), inclui mudanças a nível de relações humanas, mais ligadas a aprendizagens, relações intra familiares entre pais e filhos, relações entre professores e alunos e relações entre pares com interesses comuns. O autor defende que o modo como as crianças aprendem pode melhorar dado que uma das maiores contribuições do uso do computador, é a oportunidade de as crianças experimentarem o entusiasmo de se empenharem em alcançar os conhecimentos que pretende alcançar, ou seja, é a criança que vai explorar os conteúdos que o software do computador tem para lhe oferecer, e assim descobrir o que lhe dá interesse de aprender. A verdade é que uma aprendizagem em que o aluno participe activamente e com empenho, tem muita mais probabilidades de ter sucesso do que se a criança for quase obrigada a memorizar a informação para a qual ela não atribuí qualquer significado, e que dentro de pouco tempo esquecerá.
Um dos factores positivos da tecnologia é a liberdade de acção ,que esta nos oferece, para as nossas escolhas individuais, ou seja, a tecnologia oferece-nos todos os elementos, nós só os teremos de manejar para podermos retirar o que mais nos interessa. Só depende de nós saber manipular o computador para que ele segundo as nossos objectivos, imaginação irá nos levar a alcançar a informação que pretendemos alcançar e assim com a sua ajuda delinearmos um melhor futuro para nós e para os nossos filhos.



Mas tarde irei concluir este reflexão

aula de dia 12/10/2007 de T.E. II

ola a todos!
Na aula passada de teII tive a oportunidade de mostrar a professora Joana Viana o meu blog, e ela indicou-me as mudanças que teria de colocar para melhorar o aspecto do meu blog.Tivemos a oportunidade de pesquisar mais acerca do nosso projecto, como o meu grupo "Podcastbest" tem como tema os podcast, tivemos à procura de sites, blogs etc.. que abordassem este tema.Encontra-mos vários artigos que abordavam este temas, alguns até ensinavam como criar um podcast, e de como os podcasts poderiam ser úteis a nivel educativo.Foi uma aula bastante construtiva na medida em que nos foi transmitido informação bastante preciosa para a realização do relatório que teremos de entregar em novembro acerca da nossa tecnologia (no meu caso podcast). Para nos ajudar a organizar a informação que temos acerca da nossa tecnologia teremos de dividir a informação que temos em dimensões, categorias, critérios e potêncial pedagógico, ou seja se tecnologia que escolhemos pode ser utilizada num contexto educativo e quais as vantagens desta relação.

11/10/2007

novo ano ....


ola a todos!!:D


Antes de mais queria desejar um bom começo de aulas, a todos os meus colegas.

Como é lógico este espaço está destinado à cadeira de Tecnologias Educativas II, sobre as eventuais novas aprendizagens que eu própria vá adquirindo ao longo das sessões mas também para deixar a minha reflexão critica acerca do livro que nos foi indicado para ler do autor Seymour Papert intitulado de A família em rede.


Reflexão Crítica



Ao ler o 1º capítulo deu-me a impressão que este livro é diferente dos livros que abordam assuntos relacionados com a aprendizagem.Neste 1º capitulo pude compreender que existe a geração dos computadores à qual as crianças do actualmente pertencem.Pertencem devido à vontade imensa que tem de mexer, trabalhar, brincar com os computadores, sejam estas crianças de África ou de outro canto do mundo. A descoberta dos computadores feita pelas crianças e a tremenda paixão que as crianças tem por estes, é acompanhada de sentimentos e opiniões várias por parte dos pais e encarregados de educação.
Há pais que agradecem ate a invenção do computador, e de terem um computador em casa dado que permite que as crianças passem mais tempo em frente ao computador sossegadas sem intervir nas mil e uma tarefas que são das responsabilidade dos pais, por outro lado temos aqueles pais que os amedontra o modo como os seus filhos parecem dependentes do computador ou seja dos jogos, dos sites etc...
Mas há coisas fantasticas que podem resultar da interacção das crianças com o computador .As crianças podem eventualmente comunicar com crianças do outro canto do mundo, podem aprender coisas que se não fosse a descoberta do ciberespaço tal não aconteceria, têm a informação toda acerca de vários temas à distância de um clik.
Claro que há perigos.Há pais que se arrepiam só pelos simples facto dos eu filho estar a ser mal direccionado por sites de conducta duvidosa...
A verdade é que as crianças aprendem bastante depressa, o que elas podem fazer ao utilizar um cd-rom, o leitor de dvd, leitor de musica é deveras fantástico.Penso que há por ai muitos pais que deveriam dar a oportunidade do seu filho/a de lhe mostrar o que sabe e talvez assim aprender com ele, era uma forma bastante saudável de interacção entre pais e filhos.
Neste capitulo aparece um testemunho de uma mãe que acha que as tecnologias(computador) lhes estão a destruir a familia.O marido e os seus filhos parecem ter uma boa relação com o computador, tanto a nivel de internet, istalações de programas etc..Esta ausência de interacção que esta mãe parece ter com o computador está a aliena-la da sua família. Se ela desse uma oportunidade ao computador, podia aprender em conjunto com a sua familia as suas varias utilidades o que faria com que passa-se mais tempo com a sua familia havendo por isso uma maior interacção familiar o que resultaria numa aprendizagem continua, ou seja iriam aprender uns com os outros.

13/03/2007

2a aula prática de T.E.II


ola a todos:D

Nesta ultima ultima de Tecnologias Educativas II que aconteceu no dia 7/03/2007,tivemos como objectivos da aula:


----Análise de diferentes exemplos de aplicações multimédia realizadas em anos anteriores;

-----Diferentes formas de organizar a informação (em rede, linear, hierárquica e em matriz ou grelha);

----Leitura e análise do documentto Cícero para representar a sua estrutura;

No primeiro objectivo,tivemos a oportunidade de observar os diferentes exemplos de aplicações multimédias realizadas pelos nossos colegas em anos anteriores.Aprendemos com esta observação o que fazer numa aplicação multimédia e o que não fazer e também foi uma clarificação do que é pretendido com esta,ou seja, cada grupo terá de escolher um tema e com esse tema terá de construir uma aplicação multimédia.

Posteriormente, o professor elucidou-nos acerca das várias formas de organizar a informação.
Temos portanto:

-----Podemos organizar a informação em rede, em que todos os elementos estão interligados entre si, através de uma rede de informações;
-----Podemos também, organizar a informação por hiperligações/forma hierárquica , em que existe uma ligação interna que se apresenta por hierárquica;
-----E por fim, temos a estrutura linear em que funciona com botões de navegação podendo recuar e avançar em qualquer altura

No final, para a aplicarmos os conhecimentos adquiridos acerca das diferentes estruturas de informação, tivemos acesso a um documento que se intitulava Cícero que ao analisarmos poderiamos estruturar a organização da informação com uma destas estruturas.

03/03/2007

A 1ª aula prática de T.E. I...


olá a todoss:)

Para começar, queria desejar a todos um bom começo de semestre!!!!!

Na aula passada de Tecnologias Educativas I, tivemos uma breve apresentação do que iriamos realizar nas aulas práticas ao longo do semestre.O objectivo primordial destas aulas de T.E I é levar os alunos a desenvolverem uma aplicação multimédia, que pode ajudar alguém sobre um tema que nós próprios seleccionamos.

Nesta primeira aula, foi de imediato deliniado os objectivos a alcançar na aula para existir uma maior autonomia por parte dos alunos nestas aulas.Os principais objectivos desta primeira aula foram:

---Inscricção de todos os alunos no campus online, e a exploração do site;
---Criação do blog, para quem ainda nao tinha criado
---Explicitação do objectivo do blogue, no blogue
---Responder ao diagnóstico de competências
---Responder ao questionário de investigação sobre as atitudes das pessoas face as tecnologias;

No decorrer da aula, consegui alcançar todos os obejectivos delineados pelo professor com sucesso, e aprendi a colocar o url do meu blog no site do Campus online para que todos os meus colegas o possam ver...

Respondi ao diagnóstico de competências, e tive como resultado 42:)


assim me despeço, bom fim de semana!!

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27/02/2007

hey!:)
O meu nome é Ana Luzia Mira, mas prefiro que me tratem por Lu, tenho 21 anos e frequento o 1ºano de Ciências da Educação
este é o meu primeiro post neste blog,portanto...
Nunca tive muito interesse em blogs, respeito quem o faça mas nunca tive muita curiosidade acerca do assunto, mas criei um com o objectivo de registar semanalmente todas as aprendizagens e competências novas que adquirir ao frequentar a cadeira de Tecnologias Educativas I, e tentar compreender o uso de tecnologias em educacão...
com mais nada a adiantar, desejo a todos um bom fim-de-semana...
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